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Alcoolismo é uma doença, segundo a
OMS(Organização Mundial da Saúde).
Doença que não tem cura;
Mas a Associação Antialcoólica do Estado de São
Paulo, pode ajudar você a sair desse problema.
Através do tratamento de terapia em grupo,
resgatando a auto-estima da pessoa e mostrando que é possível deixar a
bebida de uma vez por todas.
Este tratamento é totalmente gratuito, não precisa internação, é
oferecido por voluntários que já passaram por esses problemas.
Se
você não tem problemas com o álcool, mas quer ajudar um amigo(a), não
perca tempo, vá até qualquer um dos nossos núcleos e assista uma
reunião(sem nenhum compromisso). Com certeza você vai sair dali com muito
mais conhecimentos sobre alcoolismo, e uma melhor forma de convencer seu
amigo a vir assistir uma reunião da AAESP.
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Artigo sobre propaganda de Bebida
(Veja em "Artigos")
(12/04/2009) Site Terra
Quinta, 02 de maio de 2009,
Mulher torna-se alcoólatra mais rapidamente que o homem
Patricia Zwipp

A mulher pode ser tornar dependente em quatro anos de consumo excessivo de
álcool.
As brasileiras estão bebendo mais. O alerta é o resultado de uma pesquisa
realizada pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças
Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde.
Divulgada no começo deste mês, o estudo aponta que o índice de consumo
abusivo de álcool (mais de quatro doses) por pessoas do sexo feminino em
2008 é de 10,5%, contra 9,3% de 2007 e 8,1% de 2006. O problema é ainda
mais grave quando se sabe que as mulheres tendem a desenvolver a
dependência do álcool mais rapidamente que o homem.
"Não se sabe o porquê, mas o homem costuma demorar de dez a 15 anos para
se tornar alcoólatra, enquanto a mulher pode ser tornar em quatro anos",
alerta a psiquiatra Analice Gigliotti, presidente da Associação Brasileira
de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead).
Outra desvantagem é que as mulheres também sentem mais o efeito das
bebidas alcoólicas. "O organismo feminino têm uma menor quantidade de
água, e mais tecido adiposo. Assim, há um aumento na concentração de
álcool no organismo. Para elas, três copos de chope equivalem a quase
cinco em um homem", explica Analice.
Além disso, a ingestão de álcool durante a gravidez pode trazer prejuízos
sérios para a criança. "A síndrome alcoólica fetal causa retardo mental no
bebê devido ao álcool que passa pela placenta", comenta Analice.
Uma doença sem cura
A ingestão excessiva de bebidas pode levar ao alcoolismo, uma doença sem
cura. "Consumir grandes doses com frequência pode fazer com que o cérebro
mude e se adapte à presença frequente do álcool. Essa adaptação é a
doença", afirma Analice.
O alcoolismo é diagnosticado quando a pessoa perde o controle, apresenta
desejo compulsivo pela bebida e maior tolerância a ela, se sente mal
quando não a ingere e passa a ter prejuízos em sua vida. Qualquer um pode
se tornar alcoólatra, mas há um grupo mais vulnerável. "É o caso de
depressivos, de quem tem vulnerabilidade hereditária, de pessoas muito
tímidas ou de que tem família e vizinhança que incentive a isso."
Os dependentes têm riscos maiores de desenvolver cirrose hepática,
problemas no coração e neurológicos, perda de força nos membros e de
memória e câncer de bexiga e laringe, por exemplo. Por isso, a patologia
pode levar à morte. "O tratamento ideal combina terapia para evitar os
gatilhos que fazem a pessoa beber, medicação para diminuir a compulsão e a
síndrome de abstinência, além de conversar com a família para que possa
ajudar o paciente. O alcoólatra não pode beber de forma alguma."
Lembre-se: Se tiver algum amigo com problema de alcoolismo, traga-o
para assistir
uma reunião; Se for você; Venha....
Claudemir - Diretor de Relações
Públicas - AAESP
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